ROMA
activação das 13 chaves Marianas
13 chaves
2 triângulos
escuta a versão completa AQUI
No dia 5 de setembro, um grupo de dezasseis pessoas reuniu-se em Roma.
O chamado chegou a cada uma delas através das treze Chaves Marianas, inspiradas nos atributos da Mãe Universal.
Levar estas chaves a Roma implicava uma entrega e a integração de cada um destes aspetos:
FÉ – LUZ – PAZ – PROTEÇÃO – CURA – UNIDADE – AMOR – PERDÃO – RECONCILIAÇÃO – CARIDADE – HUMILDADE – TRANSMUTAÇÃO – FRATERNIDADE
Esse trabalho foi realizado com dedicação, antes e durante a viagem. Ao longo de um único fim de semana, visitámos vários pontos em Roma que tinham ligação com estes atributos. A nossa peregrinação começou, de forma não oficial, em Santa Maria Maior, uma das igrejas mais antigas dedicadas ao culto mariano.
O chamado para ir a Roma surgiu durante uma viagem mais íntima do grupo Despertar dos Guardiões à Grécia, onde apenas recebemos a indicação de que seria importante, neste ano específico (2025), ir a Roma para rodar as chaves.
Mais tarde, essa informação foi complementada noutro encontro, em Fátima, com a mensagem de “levar perdão a Pedro”.
Fátima tornou-se um altar mariano dedicado à Paz. A sua mensagem está ligada à Fé e à Luz, mas sobretudo ao apelo à oração para dissolver conflitos e guerras, desde o nível pessoal ao coletivo.
A Basílica de Nossa Senhora do Rosário, em Fátima, é também considerada um espelho simbólico da Praça de São Pedro, em Roma, sendo que algumas pessoas acreditam que representam os aspetos feminino e masculino complementares.
Nesse momento surgiu também informação sobre os lugares a visitar em Roma — muitos deles relacionados com o culto mariano e com o de Ísis — e, para nossa surpresa, lugares que nos convidavam a integrar os cinco elementos: água, terra, fogo, ar e éter.
O ponto alto desta viagem seria levar o Perdão a Pedro, e a obra Pietà, de Miguel Ângelo, foi sem dúvida a ponte que nos recordou o exemplo de uma mãe que sustém no colo o filho morto e, ainda assim, perdoa a própria vida, por saber que era através da morte que Ele poderia cumprir a sua missão de vida.
A partir desse reconhecimento, entrámos no antigo Templo de Ísis, de onde emergiu a pergunta: “Onde está a Virgem Negra?”
A resposta surgiu apenas no dia seguinte, ao entrarmos no Panteão — Basílica de Santa Maria e Mártires — onde nos encontrámos com a representação da Virgem Negra e com a coroa de espinhos aberta, reforçando a ideia de que algo se estava a abrir e a libertar da dor e do sofrimento.
Tivemos a nossa última ativação junto ao Templo de Hércules: um templo circular, representando o masculino, outro retangular, representando o feminino, e um arco do triunfo no horizonte.
Aí realizámos a grande constelação, na qual movemos cada chave para unificar o triângulo mente – coração – corpo, que representavam, respetivamente, claridade – amor incondicional – direção.
Dessa constelação revelou-se uma tensão entre mente e coração, a qual só foi descodificada em Assis.
Parte do grupo acompanhou-me até Assis.
Aí, a informação sobre os quatro pilares de sustentação começou a manifestar-se como base de suporte para receber o quinto elemento, ou Espírito Santo.
Éramos quatro mulheres, mas, através de Alessandro (o nosso guardião local em Roma), recebemos o contacto de Bárbara (a nossa guardiã local de Assis). Assim que ela me contactou, percebi que seria o quinto elemento, aquele que poderia harmonizar os quatro pilares.
Fomos então guiadas numa viagem através da sua voz e do harmónico.
O coração falou:
“A mente não me vê! Sinto-me vazio, triste.”
A direção começou a andar em círculos, sem claridade nos seus passos.
A mente comentou que queria ter a direção.
E a voz partilhou:
“O teu papel é iluminar. A direção vem da claridade e do pulso do coração. Tu pensas que és a boa, mas nesta história és a má. Tens medo de ver. Tens medo de confiar. Medo de caminhar no vazio.”
E assim fomos devolvendo o poder a cada centro, abrindo um novo caminho para cada participante.
Quando regressei a Portugal, recebi, de forma não oficial, a notícia de que a Imagem de Nossa Senhora do Rosário de Fátima tinha sido chamada pelo Papa para se apresentar no Vaticano, nas vésperas da grande celebração do Milagre do Sol (13 de outubro).
Aí recebeu a sua terceira Rosa de Ouro e um pedido para interceder pela paz, o qual foi concedido no dia seguinte, quando a imagem regressou a Fátima.
Neste mundo feito de sistemas e programas, tenho vindo a descobrir mais profundamente o significado de um provérbio chinês que recordo com carinho do filme Mulan:
“Um grão de arroz pode virar a balança.”
Por vezes, é necessário mover-se para que algo se mova.
Outras vezes, é na quietude e no silêncio que a mudança acontece.
Gratidão uma vez mais, a cada chave, cada guardião visível e invisível que fez com esta viagem fosse possível! A toda a magia e sabedoria que partilharam.
Gratidão também ao Guille, que me fez chegar as chaves e a música que nos acompanhou nesta viagem e que está disponível no SoundCloud para quem sentir de se conectar com esta essência.























